quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Fim de ano em Bertolínia...!

A sonorização OVER DOSE, traz mais um grande evento para nossa cidade, BONDE DO BRASIL...
Isso mesmo Bonde do Brasil no dia 28/12/2011...
Não vamos ficar de fora, ingressos antecipados mais barato no hotel Itamaraty.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Londres vive pior noite de violência, diz Scotland Yard


Londres, 9 ago (EFE).- Londres viveu a pior noite de violência que se tem lembrança, com incêndios, saques e desordens públicas, com o saldo de 44 policiais e 14 civis feridos e 200 detidos, contabilizou nesta terça-feira a Scotland Yard (Polícia Metropolitana de Londres).
Como informou a Polícia, os níveis de violência vividos na segunda-feira em vários bairros foram 'inaceitáveis' e nas próximas 24 horas 'mais de 13 mil agentes' para resguardar a ordem nas ruas da capital.
A Polícia respondeu na madrugada de terça-feira com a maior operação nas três noites de distúrbios que sofre a capital, com a presença nas ruas de aproximadamente 2,5 mil agentes, que se somaram aos 3,5 mil que já estavam em operação em diferentes bairros.
Em comunicado, a Scotland Yard assinalou que entre seus efetivos estão reforços de outras corporações, além do uso de veículos blindados para dar apoio aos agentes. A Polícia reconhece, no entanto, que a operação não foi suficiente para conter a violência.
Scotland Yard indicou que nos próximos dias serão estudadas todas as provas, incluídas as imagens das câmeras de segurança instaladas nas ruas, para levar diante da justiça os responsáveis pelas atividades delitivas.
'Novamente, houve níveis de violência alarmantes dirigidos contra os agentes', indicou Scotland Yard na nota, o que resultou em 44 policiais feridos.
Além dos agentes, nos distúrbios ficaram feridas 14 pessoas, entre elas um homem de 60 anos que sofreu lesões graves na cabeça.
O comunicado indicou ainda que nas últimas 24 horas as ligações para o número de emergência de Londres, 999, aumentaram em quase '400%'.
Já o Serviço de Bombeiros de Londres informou que viveu o dia 'mais intenso' de sua história ao receber um volume 15 vezes maior de chamadas do que o habitual. EFE

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

CORINTHIANS SOFRE, MAS BATE O AMÉRICA-MG E CONTINUA COMO LÍDER


O líder Corinthians precisou de muito sofrimento para evitar que a zebra passeasse pelo Pacaembu, nesta quarta-feira de muito frio em São Paulo. Depois de ficar em vantagem logo aos 28 segundos de jogo, o Timão transformou em drama uma vitória que parecia certa contra o lanterna América-MG. Em outra atuação ruim contra um adversário que joga defensivamente, o Alvinegro suou a camisa para fazer 2 a 1 e quebrar a série de duas derrotas.
Além de reagir após os resultados negativos diante de Cruzeiro e Avaí, o Corinthians consegue se manter por mais uma rodada na primeira colocação. Com 31 pontos e um jogo a menos, manteve-se à frente do Flamengo, segundo colocado e seu grande rival no momento. No próximo domingo, o Timão vai a Curitiba enfrentar o Atlético-PR, às 16h, na Arena da Baixada.
Já o América-MG continua em situação extremamente delicada. Não vence desde a primeira rodada, ocupa a lanterna do Campeonato Brasileiro e soma apenas oito pontos. No domingo, já com a chegada do técnico Givanildo Oliveira, recebe o Fluminense, às 16h, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas.

FLA SE IMPÕE, DERRUBA TABU CONTRA O CRUZEIRO E NÃO LARGA O CORINTHIANS


Espera aí, Corinthians. Não respire aliviado porque o Flamengo continua atrás de você, só um pontinho. Nesta quarta-feira, o líder agiu, e o vice-líder respondeu. Enquanto o Timão derrotou o América-MG e chegou aos 31 pontos (em 13 jogos), o Rubro-Negro superou o Cruzeiro por 1 a 0, fora de casa, e chegou a 30 (em 14 jogos). Na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, Deivid fez o único gol da partida, após assistência de Ronaldinho. O camisa 9, que já havia marcado contra Atlético-MG e América-MG, fez a trinca sobre os mineiros e chegou a seis gols no Brasileirão.
Em grande estilo, os cariocas encerram um incômodo jejum. Das equipes que disputam a Séria A em 2011, a Raposa era o clube que o Flamengo não derrotava havia mais tempo. Nos últimos sete jogos, havia perdido todos. A última vitória fora conquistada em setembro de 2007, no Rio.
O time de Joel Santana estacionou nos 18 pontos e caiu para o 11º lugar. Pior: foi a terceira derrota seguida, a segunda consecutiva em casa. Os 14.863 pagantes (com renda de R$ 252.659) que foram ao estádio chiaram. Nem Montillo, o craque do time, conseguiu encantar. Apesar do esforço, foi sempre bem marcado. Teve Airton e Renato como duas sombras chatas e persistentes.

domingo, 31 de julho de 2011

Cirúrgico, Vasco bate São Paulo e entra na briga pela ponta da tabela


Foi a eficiência que levou o Vasco ao título da Copa do Brasil. O time de Ricardo Gomes não precisa jogar bonito para dar trabalho e vencer, a exemplo do que fez neste domingo, pela 13ᵃ rodada do Campeonato Brasileiro. Dentro do Morumbi, o time carioca só precisou de um contra-ataque para abrir o placar e de outro para derrotar de vez o São Paulo: 2 a 0, que aproxima o Vasco dos líderes da competição e ainda impede o avanço de um rival direto na briga pelo título. Mais eficiente do que isso, impossível.
No reencontro com seu ex-clube, Ricardo Gomes conseguiu anular as principais peças do São Paulo (leia-se Lucas e Rivaldo) e viu Diego Souza brilhar na única chance que teve, com o passe perfeito para Eder Luis. O resultado leva o Vasco aos 24 pontos, a quatro do líder Corinthians. A dobradinha de títulos nacionais é um sonho que pode ser alcançado.
Do outro lado, o São Paulo só brilhou no começo do jogo. Depois, faltou imaginação para furar a marcação rival e tentar o empate. O torcedor saiu frustrado com o segundo tropeço seguido no Morumbi e vaiou muito a equipe – há duas rodadas, o Tricolor só empatou com o Atlético-GO. Ainda com 25 pontos, o time de Adilson Batista perde a vice-liderança para o Flamengo e termina a rodada em terceiro, empatado em pontos com o Palmeiras. Pelo menos, a diferença para o Corinthians segue a mesma: três pontos.
Na próxima rodada, o São Paulo tentará a reabilitação contra o Bahia, na quinta-feira, às 21h, novamente no Morumbi. Na quarta-feira, o Vasco receberá o Santos em São Januário, às 21h50m.
Ataque x defesa
O técnico Ricardo Gomes sabia dos perigos que o Vasco enfrentaria no Morumbi. Por isso, deixou o ídolo Felipe no banco de reservas e reforçou a marcação no meio-campo com Jumar, que ficaria encarregado de marcar Lucas. No entanto, o vascaíno não conseguiu frear o ímpeto do meia, principal válvula de escape do ataque são-paulino.
Com o zagueiro Luiz Eduardo improvisado na lateral esquerda, o técnico Adilson Batista liberou o paraguaio Piris para atacar muito pela direita. Ao lado de Lucas, o estreante infernizou o Vasco por aquele setor. Com personalidade, o novo lateral-direito do São Paulo foi bastante solicitado e criou as melhores jogadas. Ele e Lucas tiveram uma boa chance cada, mas ambos pararam em Fernando Prass. O volume ofensivo fez o Tricolor mandar no jogo em seus primeiros 20, 25 minutos, e promover um verdadeiro duelo de ataque contra defesa.
Depois disso, o Vasco cresceu e se lançou. Em sua partida de número 300 pelo Vasco, com direito a camisa comemorativa, Juninho foi vigiado de perto por Wellington durante boa parte do primeiro tempo. Quando se descuidou, o ídolo vascaíno começou a levar perigo em cruzamentos e passes mais açucarados. Mesmo assim, Rogério Ceni teve pouco trabalho com o ataque rival.
Em 45 minutos aparentemente tranquilos, a arbitragem do catarinense Paulo Henrique Bezerra destoou. Em lance capital, ele não marcou pênalti de Anderson Martins em Dagoberto – em uma jogada muito rápida, o atacante são-paulino invadiu a área e foi derrubado. Foi Dagoberto que tocou por último na bola, antes de ser calçado pelo adversário. Confuso, o árbitro também deixou de marcar algumas faltas para os dois times.
Vascão cirúrgico
O São Paulo começou o segundo tempo no “abafa”, colocando até oito homens no campo de ataque para abrir logo o placar e resolver o jogo. Já sem Juninho, mas com Felipe, o Vasco teve maturidade suficiente para administrar a tentativa de pressão e matar o jogo de forma cirúrgica, em um contra-ataque perfeito.
Logo aos 7 minutos, ironia ou não, foi Lucas quem perdeu a bola que originou a jogada perfeita pedida por Ricardo Gomes. A transição foi rápida para o ataque, e Diego Souza, em um toque, colocou Eder Luis na cara do gol. Nas costas de Henrique Miranda, o atacante soltou a bomba e a bola ainda beijou a trave antes de entrar: 1 a 0, o gol da eficiência cruz-maltina.
Adilson Batista agiu rapidamente e colocou Marlos na vaga de Piris, deslocando Jean para a lateral direita. Natural que o Tricolor ganhasse volume lá na frente, mas não significa que as chances foram criadas. Lucas caiu demais de rendimento, e Rivaldo teve atuação apagada, bem abaixo de suas apresentações recentes. Sem a inspiração da dupla, o que se viu foi um time que ciscava, ciscava, mas não levava perigo a Fernando Prass. Aí, ficou fácil demais: em tabelinha com Jumar, Felipe chutou colocado e fez o segundo do Vasco, já no minuto final.
Sem força para reagir, o ânimo só veio de Florianópolis, onde o líder e rival Corinthians enfrentava o Avaí. Sem ter muito o que comemorar, a torcida que foi ao Morumbi explodiu com os três gols da equipe catarinense na vitória por 3 a 2. Dos males, o menor: a distância para a ponta da tabela continua a mesma do início da rodada. Enquanto isso, o Vasco vai chegando. A dobradinha Copa do Brasil/Brasileirão vai tomando contornos de realidade.

sábado, 30 de julho de 2011

Cielo brilha e se sagra bicampeão mundial dos 50m livre

Após decepcionar nos 100 metros livre, Cesar Cielo se redimiu neste sábado ao faturar a medalha de ouro nos 50 metros livre no Mundial de Esportes Aquáticos de Xangai. Bruno Fratus não conseguiu repetir o bom desempenho das semifinais, quando registrou o melhor tempo das eliminatórias, e ficou em quinto lugar.
Cielo bateu na frente com o tempo de 21s52, o melhor da temporada. Ele superou sua própria marca anterior, de 21s66, registrada no Torneio Open de Paris, em junho. A medalha de prata ficou com o italiano Luca Dotto, com 21s90. O francês Alain Bernard, um dos principais rivais de Cielo, levou o bronze, com 21s92, depois de oscilar na semifinal. Ele havia avançado à final com o oitavo e último tempo.
Fratus chegou em quinto lugar, com 21s96, após desbancar Cielo na eliminatória de sexta-feira. O brasileiro não repetiu o tempo das semifinais, de 21s76, que o levaria à medalha de prata neste sábado.
Com a vitória, Cielo defendeu o título conquistado em Roma, em 2009, e se sagrou bicampeão mundial na prova mais rápida da natação. Atual campeão olímpico, o brasileiro também é dono do recorde mundial da distância, de 20s91, registrado quando os supermaiôs ainda eram permitidos pela Federação Internacional de Natação (Fina).
Em Xangai, Cielo acumulou sua segunda medalha de ouro. Antes, ele conquistara o título dos 50 metros borboleta. Depois do título, o velocista decepcionou ao ficar apenas em quarto lugar nos 100m, sem defender seu título mundial, mas compensou o revés com a medalha deste sábado.
A vitória contundente, que confirma o domínio do brasileiro na distância, acontece um dia depois de a Corte Arbitral do Esporte (CAS) colocar um ponto final na polêmica sobre o caso de doping envolvendo Cielo.
Na sexta, o tribunal divulgou o relatório final sobre o julgamento do brasileiro no qual isenta o atleta e atribui o resultado positivo no teste antidoping à contaminação do suplemento alimentar manipulado pela farmácia onde Cielo costumava comprar as cápsulas de cafeína consumidas em seus treinamentos.
O campeão olímpico, Henrique Barbosa, Nicholas dos Santos e Vinícius Waked testaram positivo para a substância furosemida, diurético proibido pela Agência Mundial Antidoping, durante o Troféu Maria Lenk, disputado no Rio de Janeiro, em maio. O resultado do teste foi divulgado no início deste mês e quase tirou Cielo do Mundial.
Os quatro nadadores foram advertidos pela Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) e perderam os resultados obtidos no Maria Lenk. Como consequência, Henrique Barbosa e Nicholas dos Santos ficaram sem a vaga no Mundial de Xangai - Waked não havia obtido o índice.
Insatisfeita com a advertência imposta pela CBDA, a Fina cobrou uma punição mais severa, de pelo menos três meses de suspensão, e recorrer à CAS, a mais alta instância da justiça desportiva. A Corte decidiu manter a advertência, o que liberou Cielo para competir em Xangai. Vinícius Waked recebeu punição diferente, por já ter sido enquadrado em caso anterior, e foi suspenso por um ano.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Uma ode ao futebol: Flamengo vence Santos num jogo espetacular na Vila

     


Difícil achar um adjetivo para qualificar o que Santos e Flamengo fizeram nesta quarta-feira à noite, na Vila Belmiro, pela 12ª rodada do Brasileirão. Um show, um concerto, um espetáculo? É pouco. Foi, enfim, um jogo histórico, que será lembrado por muito tempo. No fim, o Flamengo, de Ronaldinho Gaúcho, que saiu perdendo por 3 a 0, acabou levando a melhor sobre o Santos, num 5 a 4 de encher os olhos, para apagar da memória dos torcedores brasileiros o burocrático futebol apresentado pela Seleção Brasileira na Copa América. O craque rubro-negro, enfim, mostrou a que veio quando retornou ao Brasil. Foi genial, como há muito tempo não era, marcando três gols. Neymar também brilhou, imarcável, com dois gols.

Ninguém tinha dúvidas de que seria um grande jogo, mas acabou saindo melhor, bem melhor mesmo, do que a encomenda. Craques dos dois lados, jogadas de efeito e muitos gols - um deles, de Neymar, uma obra de arte. Foram seis tentos apenas no primeiro tempo. As duas zagas sofreram muito, e falharam demais também. Bom para o espetáculo, que começou com o Santos como protagonista.
Tocando fácil, de primeira, Ganso, Elano e Ibson se achavam em campo. E todos encontravam Borges. Elano, principalmente. Num lançamento primoroso, logo nos movimentos iniciais da partida, o meia largou o camisa 9 na cara de Felipe. Com extrema tranquilidade, o parceiro de Neymar deu um leve toque, o suficiente para tirar a bola do alcance de Felipe.
O Fla até tinha a bola e explorava bem o lado esquerdo da defesa alvinegra, com Luiz Antônio aproveitando-se dos espaços às costas de Léo. Mas o Peixe era mais incisivo. Borges ampliou, completando jogada individual de Neymar, que, deitado no chão, conseguiu acertar o passe para o companheiro.
O time rubro-negro parecia entregue. E Neymar, inspirado. A goleada estava desenhada e com um toque de gênio. Aos 26, o craque santista arrancou pelo meio, jogou para Borges, que escorou e devolveu. Num drible improvável, o camisa 11 passou por Wellinton, Angelim e ficou na frente de Felipe. O toque final foi leve, por baixo do goleiro. A Vila Belmiro aplaudiu de pé.
A festa alvinegra estava armada. Cabia muito mais. Aliás, houve muito mais. Só que, agora, por parte do Flamengo. O jogo mudou de lado. O Rubro Negro não se intimidou com a vantagem adversária e continuou indo para cima. Marcou dois gols rápidos, com Ronaldinho e Thiago Neves e pressionou o Santos, que apresentava muitas falhas defensivas. Lembrou o time de 2010, que dava sustos na mesma medida com que marcava gols.
Foi aí que apareceu o vilão da noite. Neymar, endiabrado, invadiu a área pela esquerda e caiu. O árbitro marcou pênalti de Willians. Uma marcação duvidosa. Borges pegou a bola para bater, mas Elano assumiu a bronca. Queria se redimir do vexame da Copa América, quando, na decisão por penalidades nas quartas de final, contra o Paraguai, ele mandou uma bola estratosférica, muito acima da meta. Em momentos difíceis, abusar não costuma ser prudente. Uma cavadinha displicente. A bola, leve, tranqüila, morreu nos braços de Felipe.
A Vila caiu em vaias na cabeça de Elano, que chegou a fazer sinais para os alvinegros descontentes. Para piorar a situação do meia santista, Deivid, escorando cobrança de escanteio, empatou a partida. O Flamengo estava vivo; o Santos, adormecido. Elano, em maus lençois.
Neymar + Ronaldinho = show
O segundo tempo foi tão eletrizante quanto o primeiro. O Fla foi melhor, teve mais a bola. Chegou, inclusive, a encurrralar o Peixe. O sistema defensivo santista falhava na marcação. Ronaldinho e Thiago Neves tinham muito espaço para trocar passes. Os alvinegros, mal posicionados, corriam atrás. Neymar, porém, fazia a diferença. Puxando contra-ataques, ele tirou o Peixe do sufoco logo após o início do segundo tempo, arrancando pela esquerda e dando um toque inspirado para matar Felipe.
Mas Neymar não era o único protagonista do jogaço. Ronaldinho Gaúcho mostrou que o craque pensa à frente, surpreende, improvisa. Falta na entrada da área, pelo lado direito. Rafael armou a barreira e se posicionou no lado direito. Todos esperavam a batida por cima da barreira. Esperto, o camisa 10 tocou rasteiro. A bola passou por baixo e enganou o goleiro santista. 4 a 4!
A Vila Belmiro não respirava. Privilegiadas, as quase 13 mil testemunhas do jogo do ano no Brasil não desgrudavam os olhos do gramado. Qualquer piscada e se perderia um drible de Neymar, um toque refinado de Ronaldinho.
Neymar driblava, chutava, infernizava a zaga flamenguista. Não havia maneira de pará-lo. O jeito era fazer a bola não chegar ao astro santista. Foi isso o que o Flamengo fez quando roubou a bola no meio de campo. Um contra-ataque mortal, com Ronaldinho arrancando pela esquerda, invadindo a área e definindo o placar.